Mulher de cabaré

Do barco te espero
Ó minha mulher,meu amor é de lua
É de cabaré.
Você era minha tára,amor de fixão
meu real minha fantasia,a luz da escuridão.

Meu amor é de infância,meu amor é de gente
Jamais se esquece dura para sempre.

Meu amor é de infância,meu amor é de gente
Jamais se esquece dura para sempre.

Lembras do quintal repleto de folhas,
ja era primavera quando corriamos a solta,
lembras ainda quando chegavamos às dez,
dentro do nosso quarto eramos cumplices e réis.
Meu amor é de infância,meu amor é de gente,
Jamais se esquece dura para sempre.
Meu amor é de infância,meu amor é de gente
jamais se esquece dura para sempre.

Autor:Rodolpho Salomão Knopp

Comentários

  1. Falaí meu primo Rodolpho Knopp. Belo poema este denominado "Mulher de cabaré". Mal posso espera por ouvi-lo musicado!Qual me dissetse que farias!Tu tens talento e deves prosseguir em aperfeiçoamento, "jovem poeta".Ouça o brado exultoso entoado nesta espístola qual vos dedico em mérito e afeto parental!(hehehe).[Excluiste meu comentário anterior por quê?!].Desejo-lhe sorte e ascese no labor poético, qual sabemos, é de ordens diversas: é estético, é afetivo, é moral, é racional, é Inconsciente...[ñ ouse excluir este comentário!]

    Abraços
    Teu primo,
    Fellipe Knopp

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