O preço da justiça

O preço da justiça 23/06/08


Chamar de amor essa sua podridão,
Chamar de incosciênte a minha solidão.

Chega de ser criticado
Por falta de compreenssão,
Se me atingirem com suas maldades,
Com preço de suas vidas pagarão.

Não se incomodem comigo,
Não farei mal a ninguém.

Mas se tentarem contra mim,
Verão o que é justo ''pois bem''.

Purifique tua alma,seja verdadeiro,
Independente de ser Ateu ou Macumbeiro.

Autoria: Rodolpho Salomão Knopp

Comentários

  1. Eu ratifico essa proposição!As pessoas conduzem de modo cínico e sonso. Dizem-se "cristãos" e ignoram de quase todo o que seja verdadeiramente cristão. Dizem isso, aquilo, auilo outro, ignorando, isto, não querendo saber, o que é ou deixa de ser aquilo que afirmam ser. Não querem conhecer minimamente nem aquilo que dizem que gostam e que seja sua Verdade. Uma cultura cínica, que usa-se subrepticiamente de refernciais diversos em contradições.

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  2. Aí Rodolpho, dscubri que o Voltaire tem um livro cujo título é homonimo ao deste teu poema. Foi uma alusão proposital? Ou uma coincidência devido à temática? Seja como for é interessante! Parabéns uma vez mais!Abraços!

    Teu primo

    Fellipe Knopp

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