O logro da vaidade.
Ao instante em que paro
O pensar para pensar
Me surti uma força
Dispendiosa que corta
O efeito do logro amargo
De um desejo cego e mentercapto.
Há um projetil imaginário
A todo momento em minha direção
Que me faz ficar dubitável
Se ponho-me a sua frente
Ou não.
É difícil distiguir
O real ao imaginado
Quando se promete
Amor e se recebe
O pecado.
Inoscência imaginária
Inoscência de pudor?
E que pudor é esse ?
Que nos causa tanta dor.
Vaidade nefasta
Vaidade ego-centrica.
Não pensam
Não refletem,
Na ego-vaidade
não percebem,
O quanto é tudo invertido,
"Parasitóides Ego-centris".
Autoria: Rodolpho Salomão Knopp.
14/01/2011
O pensar para pensar
Me surti uma força
Dispendiosa que corta
O efeito do logro amargo
De um desejo cego e mentercapto.
Há um projetil imaginário
A todo momento em minha direção
Que me faz ficar dubitável
Se ponho-me a sua frente
Ou não.
É difícil distiguir
O real ao imaginado
Quando se promete
Amor e se recebe
O pecado.
Inoscência imaginária
Inoscência de pudor?
E que pudor é esse ?
Que nos causa tanta dor.
Vaidade nefasta
Vaidade ego-centrica.
Não pensam
Não refletem,
Na ego-vaidade
não percebem,
O quanto é tudo invertido,
"Parasitóides Ego-centris".
Autoria: Rodolpho Salomão Knopp.
14/01/2011
Este está ligeiramente hilário, e em tom murmurante!
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