Antropofagia da Álma.
Estigmas em minhas
Mãos,estigmas em
Todo meu corpo.
Eu tive que morrer
Para nascer denovo.
Comi da comida fria
bebi da água saloba ,
Passei noites atrozes ,
Pensando em loucuras loucas.
Cometi antropofagia ,
Antropofagia d´´alma ,
Amarguei em noites frias
Uma dor involuntária.
Um grito no silêncio
se ouviu,quando pude
Perceber.
Que nas noites de suor "acordado"
Só pensava em você.
Nas hipotéticas da sugestão
criei um universo de cenas ,
sem saber se era verdade,
sem saber se era dilema.
No ínfimo das minhas memórias
Eu vejo uma cruz.
Quem estava empendurado
Era EU ao invez de Jesus.
Eu vi sangue escorrendo
Em meus olhos
Ao invez de ser lágrimas.
Seu pensamento,
Sucumbia sua voz ,
Sua pernas estava fracas.
Então pude ver com clareza
Que fui concebido denovo,
fui excretado dos pensamentos
Vorazes que me fez nascer
do novo maduro esforço.
Autoria: Rodolpho Salomão Knopp.
Data: 05/10/10.
Mãos,estigmas em
Todo meu corpo.
Eu tive que morrer
Para nascer denovo.
Comi da comida fria
bebi da água saloba ,
Passei noites atrozes ,
Pensando em loucuras loucas.
Cometi antropofagia ,
Antropofagia d´´alma ,
Amarguei em noites frias
Uma dor involuntária.
Um grito no silêncio
se ouviu,quando pude
Perceber.
Que nas noites de suor "acordado"
Só pensava em você.
Nas hipotéticas da sugestão
criei um universo de cenas ,
sem saber se era verdade,
sem saber se era dilema.
No ínfimo das minhas memórias
Eu vejo uma cruz.
Quem estava empendurado
Era EU ao invez de Jesus.
Eu vi sangue escorrendo
Em meus olhos
Ao invez de ser lágrimas.
Seu pensamento,
Sucumbia sua voz ,
Sua pernas estava fracas.
Então pude ver com clareza
Que fui concebido denovo,
fui excretado dos pensamentos
Vorazes que me fez nascer
do novo maduro esforço.
Autoria: Rodolpho Salomão Knopp.
Data: 05/10/10.
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