O objeto imaginário do amor.
Suas carícias,seus apalpares,
Os seus dedos deslizantes,
Me deixa em torpor,
Me deixa feito errante.
Não te tenho,mas te quero,
E te quero todinha para mim,
Nao te tenho no macrocorpo,
Mas lhe tenho dentro de mim.
O fenômeno que nos toma
É feito simbiose,mas natural,
Sua voz é a nota dissonante
Mais linda que me toma por total.
O liame do amor com real
Não se explica nem se entende
É um objeto imaginário
Que fascina toda gente.
Nos meus sonhos
Eu te tenho,
Ja que só em pensamentos
Posso te ter.
No meu âmago há uma "ente"
de lembranças "suas"
Que jamais poderei esquecer.
Autoria:Rodolpho Salomão Knopp.
Os seus dedos deslizantes,
Me deixa em torpor,
Me deixa feito errante.
Não te tenho,mas te quero,
E te quero todinha para mim,
Nao te tenho no macrocorpo,
Mas lhe tenho dentro de mim.
O fenômeno que nos toma
É feito simbiose,mas natural,
Sua voz é a nota dissonante
Mais linda que me toma por total.
O liame do amor com real
Não se explica nem se entende
É um objeto imaginário
Que fascina toda gente.
Nos meus sonhos
Eu te tenho,
Ja que só em pensamentos
Posso te ter.
No meu âmago há uma "ente"
de lembranças "suas"
Que jamais poderei esquecer.
Autoria:Rodolpho Salomão Knopp.
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